domingo, 3 de junho de 2012

Palestras do Curso de Formação de Agentes de Desenvolvimento



A partir deste mês de janeiro, o Portal do Desenvolvimento Local publica os vídeos das palestras do Curso de Formação de Agentes de Desenvolvimento.O primeiro vídeo é com o especialista em Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, Romulo Rende, gravado em Goiânia (GO).


A palestra foi dividida nos seguintes tópicos:
1 – O que desejam os Agentes de Desenvolvimento?
2 – Principais dificuldades do ADL
3 – Características dos ADLs
4 – Análise de vídeo
5 – Ciclo de Empobrecimento
6 – Ciclo de Prosperidade

No primeiro tópico, o especialista enumera as principais atribuições de um agente de desenvolvimento. Além de promover o crescimento do município em que atua, é função do ADL estimular o empreendedorismo, incentivar a formalização, aplicar a Lei 123 (Lei Geral), incentivar o crescimento sustentável, melhorar a qualidade de vida e saúde da população e, mais importante ainda, é usar todo o seu conhecimento para desenvolver essas atividades em prol da cidade.

Durante a jornada de trabalho, o agente de desenvolvimento vai ter que enfrentar algumas dificuldades. Na palestra, são citadas as seguintes: desconfiança da população, de empreendedores e empresários em relação às atribuições do ADL; falta de apoio e crédito do gestor público; despreparo do próprio agente; resistência da administração pública; divulgação insuficiente; entre outras.

Para superar os obstáculos, um ADL deve ter certas características que, somadas, vão contribuir para o bom andamento de suas funções e para um relacionamento ameno com a população. O agente precisa ser paciente, persistente, perseverante, persuasivo, confiante, seguro, empreendedor e proativo.  Ele deve, também, ter atitude, segurança, flexibilidade e conhecimento e, principalmente, saber se comunicar bem.

Com relação ao Ciclo de Empobrecimento, o especialista explica que alguns municípios sofrem com adversidades que os fazem pertencer a esse ciclo. São municípios com falta de vocação econômica; êxodo; pouca iniciativa do poder público; ausência de políticas públicas de desenvolvimento; nível de empreendedorismo baixo; e falta de qualificação e de educação empreendedora.

Em contrapartida, o município de Colíder (MT) foi citado como exemplo de Ciclo de Prosperidade. Rômulo falou que a cidade em seis anos mudou totalmente para melhor. E, para mudar o panorama do município, foram adotadas algumas medidas, tais como apoio às MPEs; planejamento de diagnóstico e metas; incentivo à formalização; maior visibilidade do prefeito; aumento quadriplicado da arrecadação; entre outras.


Fonte :Portal do Desenvolvimento

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