A partir deste mês de janeiro, o Portal do Desenvolvimento Local
publica os vídeos das palestras do Curso de Formação de Agentes de
Desenvolvimento.O primeiro vídeo é com o especialista em Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, Romulo Rende, gravado em Goiânia (GO).
A palestra foi dividida nos seguintes tópicos:
1 – O que desejam os Agentes de Desenvolvimento?
2 – Principais dificuldades do ADL
3 – Características dos ADLs
4 – Análise de vídeo
5 – Ciclo de Empobrecimento
6 – Ciclo de Prosperidade
2 – Principais dificuldades do ADL
3 – Características dos ADLs
4 – Análise de vídeo
5 – Ciclo de Empobrecimento
6 – Ciclo de Prosperidade
No primeiro tópico, o especialista enumera as principais atribuições
de um agente de desenvolvimento. Além de promover o crescimento do
município em que atua, é função do ADL estimular o empreendedorismo,
incentivar a formalização, aplicar a Lei 123 (Lei Geral), incentivar o
crescimento sustentável, melhorar a qualidade de vida e saúde da
população e, mais importante ainda, é usar todo o seu conhecimento para
desenvolver essas atividades em prol da cidade.
Durante a jornada de trabalho, o agente de desenvolvimento vai ter
que enfrentar algumas dificuldades. Na palestra, são citadas as
seguintes: desconfiança da população, de empreendedores e empresários em
relação às atribuições do ADL; falta de apoio e crédito do gestor
público; despreparo do próprio agente; resistência da administração
pública; divulgação insuficiente; entre outras.
Para superar os obstáculos, um ADL deve ter certas características
que, somadas, vão contribuir para o bom andamento de suas funções e para
um relacionamento ameno com a população. O agente precisa ser paciente,
persistente, perseverante, persuasivo, confiante, seguro, empreendedor e
proativo. Ele deve, também, ter atitude, segurança, flexibilidade e
conhecimento e, principalmente, saber se comunicar bem.
Com relação ao Ciclo de Empobrecimento, o especialista explica que
alguns municípios sofrem com adversidades que os fazem pertencer a esse
ciclo. São municípios com falta de vocação econômica; êxodo; pouca
iniciativa do poder público; ausência de políticas públicas de
desenvolvimento; nível de empreendedorismo baixo; e falta de
qualificação e de educação empreendedora.
Em contrapartida, o município de Colíder (MT) foi citado como exemplo
de Ciclo de Prosperidade. Rômulo falou que a cidade em seis anos mudou
totalmente para melhor. E, para mudar o panorama do município, foram
adotadas algumas medidas, tais como apoio às MPEs; planejamento de
diagnóstico e metas; incentivo à formalização; maior visibilidade do
prefeito; aumento quadriplicado da arrecadação; entre outras.
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